Sobre Rosemeire Persan
Terapeuta Clínica | Saúde Mental e Neurodesenvolvimento
Terapeuta Clínica | Saúde Mental e Neurodesenvolvimento
Sou Rosemeire Persan, terapeuta clínica com atuação em saúde mental e neurodesenvolvimento.
Meu trabalho é voltado à compreensão das necessidades emocionais, comportamentais e funcionais de cada pessoa, considerando sua história, seu contexto de vida e os objetivos definidos para o acompanhamento.
Minha formação de base em Enfermagem e meus estudos contínuos em saúde mental, Psicanálise Clínica, Neuropsicanálise Clínica, Terapia Cognitivo-Comportamental e Análise do Comportamento Aplicada ampliam os referenciais utilizados na compreensão das demandas e na organização do cuidado. Esses conhecimentos são empregados de forma responsável, respeitando os limites de atuação e a necessidade de encaminhamento ou acompanhamento complementar quando indicado.
A proposta é construir um processo terapêutico claro, acolhedor e individualizado, com escuta qualificada, definição conjunta de objetivos e revisão das estratégias ao longo do acompanhamento.
Minha formação de base em Enfermagem contribuiu para a construção de um olhar ampliado sobre o cuidado, considerando a pessoa para além de um sintoma ou dificuldade isolada.
Ao longo da minha trajetória, aprofundei meus estudos em saúde mental e em diferentes referenciais de compreensão e intervenção, incluindo:
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Análise do Comportamento Aplicada (ABA)
Psicanálise Clínica
Neuropsicanálise Clínica
Também mantenho formação continuada em áreas relacionadas ao desenvolvimento humano, comportamento, autismo, TDAH, avaliação funcional e acompanhamento terapêutico.
Esses conhecimentos não são utilizados como uma fórmula única. Eles oferecem diferentes possibilidades de compreensão para que os recursos empregados no acompanhamento possam ser selecionados de acordo com cada situação.
Acredito em um cuidado que una escuta, técnica, acolhimento e individualização.
Durante o acompanhamento, procuro compreender não apenas o que está causando sofrimento, mas também como essa dificuldade interfere nas emoções, nos comportamentos, nos relacionamentos, na rotina e na qualidade de vida.
O processo pode envolver, de acordo com cada necessidade:
escuta qualificada;
compreensão das dificuldades apresentadas;
definição conjunta de objetivos;
psicoeducação;
desenvolvimento de estratégias para o cotidiano;
acompanhamento da evolução;
orientação e suporte emocional;
revisão das estratégias utilizadas ao longo do processo.
ansiedade
depressão
estresse emocional
síndrome do pânico
transtorno obsessivo compulsivo (TOC)
transtornos alimentares
dificuldades emocionais e comportamentais
transtornos do neurodesenvolvimento.
Não utilizo uma única abordagem automaticamente para todas as pessoas.
A escolha dos recursos considera a idade, as características individuais, as necessidades identificadas, o contexto familiar e social e os objetivos do acompanhamento.
Essa forma de trabalhar permite integrar diferentes conhecimentos sem perder aquilo que considero essencial: a singularidade de quem está sendo acompanhado.
O acompanhamento é conduzido com respeito à individualidade, privacidade, ética e aos limites de atuação profissional.
Quando uma necessidade exige avaliação diagnóstica, atendimento médico, psicológico ou acompanhamento de outra especialidade, a orientação para avaliação ou atuação interdisciplinar faz parte do próprio cuidado.
O objetivo não é substituir outros profissionais, mas contribuir para que cada pessoa possa receber o acompanhamento mais adequado às suas necessidades.
Atendimento exclusivamente on-line para todo o Brasil, conforme adequação da modalidade e disponibilidade.
O acompanhamento pode envolver crianças, adolescentes, adultos e idosos, respeitando as particularidades de cada faixa etária e os limites da atuação profissional.
Buscar acompanhamento pode acontecer em diferentes momentos da vida.
Às vezes, a pessoa já consegue identificar o que está acontecendo. Em outras situações, existe apenas a percepção de que algo mudou, está difícil ou começou a interferir na rotina.
A primeira conversa também pode servir para compreender a demanda e verificar qual caminho de cuidado faz mais sentido naquele momento.