As crises de pânico podem ser vividas como momentos de medo intenso, sensação de perda de controle, falta de ar, aceleração do coração, tremores, tontura, aperto no peito, sensação de desmaio ou medo de que algo grave esteja acontecendo.
Essas experiências podem ser muito angustiantes e, em muitos casos, passam a gerar receio de novas crises, evitando lugares, situações ou deslocamentos.
No acompanhamento, podem ser trabalhados:
compreensão das crises e do contexto em que aparecem;
psicoeducação sobre ansiedade intensa e pânico;
reconhecimento de sinais corporais e emocionais;
organização de estratégias de cuidado;
redução do impacto do medo antecipatório;
fortalecimento de sensação de segurança e clareza sobre o processo.
Como sintomas de pânico podem se confundir com outras condições de saúde, pode haver necessidade de avaliação médica ou de outros profissionais, de acordo com cada situação.